O QR Code foi criado em 1994 pela Denso-Wave,
subsidiária da Toyota, para agilizar a produção de carros, sendo
aproveitado, seis anos depois, pela operadora de celular japonesa
DoCoMo.
É um código que permite o armazenamento de números e
letras (7.089 caracteres numéricos, 4.296 caracteres alfanuméricos,
máximo de 2,953 bytes e 1.817 caracteres do ideograma Kanji) e não
necessita de um leitor específico sendo capaz de ser decodificado por um
aparelho celular. Pode ainda, ser utilizado em materiais impressos e
tem sua aplicação limitada apenas pela criatividade. É possível
imprimi-lo em dimensões menores que os demais códigos bidimensionais e
que o tradicional código de barras, permitindo diferentes formas de
diagramação ao ser inserido em um jornal ou em uma peça publicitária.
PRINCIPAIS USOS:
- Uso pessoal: texto curto armazenado no próprio código;
impressão de dados, para serem armazenados na agenda de contato dos
telefones, em cartões pessoais; data, local e descrição de eventos para
serem arquivados na agenda do aparelho celular; intercâmbio de dados de
um celular para outro; impressão de dados em camisas (vestuário em
geral); Tatuagens.
- Uso comercial: URL (cupons, arquivos de áudio e vídeo); email e sms predefinidos; impresso (em jornais, revistas, cupons de descontos); painéis; pagamento móvel; aplicações especiais, como ingressos para cinemas na tela do celular.
- Uso comercial: URL (cupons, arquivos de áudio e vídeo); email e sms predefinidos; impresso (em jornais, revistas, cupons de descontos); painéis; pagamento móvel; aplicações especiais, como ingressos para cinemas na tela do celular.
É necessário ter um programa leitor instalado no
dispositivo e, para acesso a informações armazenadas na web, ter um
pacote de dados contratado ou acesso Wi-Fi.
Pode ser lido em 360 graus e em alta velocidade. O código também tem a capacidade de correção de erros de leitura, possibilitando a restauração dos dados mesmo em casos onde o símbolo encontra-se sujo ou danificado.
Pode ser lido em 360 graus e em alta velocidade. O código também tem a capacidade de correção de erros de leitura, possibilitando a restauração dos dados mesmo em casos onde o símbolo encontra-se sujo ou danificado.
Publicado por Alex da Silveira em janeiro
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